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1.22.2004

Finito 


Ao fim de quase 5 meses e com mais de 6000 visitas, saliento que o contador só existe quando já tinhamos um mês e pouco de vida.
Isto farta, e eu hoje fartei-me, fartei-me de facto e não há volta a dar-lhe por isso o PURO E DURO ACABOU.
Foram meses giros, evoluí, cresci, aprendi, troquei opiniões, soube viver com críticas, mas um dia tudo acaba e nós acabamos.
Morremos da melhor forma, com um texto do camarada e amigo Rui Pereira.

Saudações Nacionalistas

De um camarada 

Quem me conhece sabe que desde há muito tempo
que eu venho a alertar para o facto de se querer reduzir o nosso discurso ao problema da imigração, que é vital não há dúvida, mas e a ecologia, e a questão rural, também para nós vital, o nosso modelo de justiça??? Enfim, de uma vez por todas há que fazer chegar a mensagem ao povo anónimo, aquele que acha que todos os políticos são uma cambada de ladrões, que já não vota mas que no seu íntimo
gostava de transformar este estado de coisas, é para esse estrato que o nosso discurso se tem que dirigir. O nosso discurso quando bem elaborado é de fácil compreensão para o povo pois ele é natural, sádio e honesto, no fundo como a maioria da nossa população é, eu costumo dizer que cerca de 80% da nossa população é nacionalista, não pela filosofia mas pela vivência. Falando grosso modo o que é ser nacionalista?? É respeitar a nossa pátria, o chão onde viveram e estão enterrados os nossos antepassados, é ter uma vida sem taras, trabalhar com honestidade e não roubar o seu compatriota, é amar o mar, os nossos bosques, serras e montanhas, ser nacionalista no fundo é
isso, e acreditem camaradas, na minha vida profissional tenho conhecido muita gente de Norte a Sul de Portugal e a maioria do nosso povo ainda é boa, genuína,
honesta e com carácter, infelizmente quase 30 anos a viverem num sistema de (des) educação nacional começa a fazer mossas, principalmente nas nossas principais cidades, mas ainda vamos a tempo, assim saibamos insuflar o nosso
discurso de esperança, de amor, de alegria e especialmente, de VONTADE!!!
Como disse uma vez o grande León Degrelle, " onde há uma VONTADE, há um caminho", acredito piamente nisto.
Para além de mil e uma deficiências que vejo no nosso campo, basicamente o que há é uma brutal falta de vontade, de crença, de entusiasmo, de confiança nas
nossas possibilidades, se não mudarmos, se não conseguirmos transmitir às pessoas essa alegria que historicamente sempre nos foi tão característica, leiam
os textos sobre a a "alegria fascista" do Pierre Drieu La Rochelle, são fantásticos.., se não recuperarmos essa alegria, o nosso futuro e o do nosso povo será de facto muito amargo!!!

Rui Pereira

11.26.2003

Alfredo Pimenta (último post-5) 

Dois pontos convém acentuar agora. O cepticismo de Alfredo Pimenta- chamemos-lhe assim- não atinge a certeza da existência dos factos. Ele ataca António Sérgio por a pôr em questão, asseverando no já referido opúsculo "A Evolução de um Pensamento": "Só os factos na sua rudeza mais extrema, só os factos despidos de considerações, de filosofias, de devaneios o interessam, preocupam e prendem".
Daí adveio a sua vocação de erudito bem como a de historiador-
historiador que se procura tanto quanto possível limitar ao documento, tendo em tal domínio carreado materiais valiosíssiomos. Falamos várias vezes em Fé e no que é revelado a propósito de Alfredo Pimenta. É que este pouco depois de ter aderido á monarquia convertera-se ao Catolicismo, onde o seu espírito inquieto encontrou finalmente o Absoluto que em vão perseguia. O seu catolicismo levou-o a sustentar o primado da Igreja face ao Poder político e, em tese, a perfilhar a teocracia ou se preferirmos o termo, a hierocracia. E não esqueçamos que a Revelação implica a existência de Deus. É esta demonstrável pela razão natural? O problema preocupou amplamente Alfredo Pimenta. A Igreja especialmente a partir do Concílio Vaticano I ensinava que a razão natural pode conhecer a existência de Deus. A propósito observava subtilmente o autor de "Pretextos e Reflexões": se a Fé define as capacidades da Razão já a Razão enquanto tal é absorvida pela Fé e então de que forma considerar que a primeira - a Razão- por si prova a existência de Deus? Seria então Alfredo Pimenta, como lhe assacaram entao os seus amigos, um fideista? Cremos que não.
Primeiro porque sempre repudiou tal qualificativo e não era ele homem para disfarces e hipocrisias. Segundo, porque nos "Novos Estudos Filosóficos e Críticos" traçou as seguintes linhas: "Para mim o Argumento de Santo Anselmo é um grande Argumento é, mesmo, talve o grande argumento. Procurarei fazer a demonstração deste asserto na Introdução do Proslógio, há tanto tempo anunciada e iniciada e por circunstâncias múltiplas independentes do meu querer interrompida".
Grande lástima que semelhante tradução com a respectiva Introdução não chegasse a ser publicada. Resta-me exprimir o meu agradecimento pessoal á permanente lição que foi a vida e obra de Alfredo Pimenta. Quando o desvario democrático atingia as mentes que anos atrás o tinham combatido, Alfredo Pimenta permeneceu fiel às suas convicções enfrentando os falsos deuses e contribuindo extraordinariamente para nos pôr no recto caminho por onde estávamos a enveredar. E mesmo desdenhando a especulação, bastantes raciocínios impecáveis soube construir na sua luta contra a anti-nação. E legou-nos um exemplo de dessassombro e desinteresse que hoje são tão raros de ver.

Futuro Presente 2000/2001 A.J. Brito

11.25.2003

Alfredo Pimenta (4) 

Assim perante o manifesto democratico de D. Joao, o investigador da Idade Media Ensinou "Estou absolutamente convencido que ...o Caudilho nao deu o Rei à  Espanha...porque nao o tem". Foi com labor aturado, ao longo dos anos, nao por uma iluminacao repentina que Alfredo Pimenta se tornou o nosso maior teorizador da Monarquia.
Sublinhe-se que com o correr dos tempos tambem o seu apreco pela ciencia sofreu transformacoes. Ja por alturas do volume "Poli­tica Portuguesa" ele repetia insistentemente a frase de Poincaru que classificava a ciencia de um conjunto de "hipoteses comodas". E em 1935 numa conferencia na universidade de Coimbra ei-lo a afirmar "So ha uma ciencia certa- a Revelada... todas as outras ciencias sao jogos infantis e precarios". E doze anos depois insistia "o que se entende por ciencia?...Se eu o soubera". Abandonada qualquer verdade, Alfredo Pimenta na conferencia acima mencionada escrevia "Se tudo é vao e fragil, incerteza e ilusao para que falar, escrever, lutar? Certo. Mas a abstencao, o Tollendum de Ci­cero nao é a vida porque a vida é accao e a abstencao é a inércia. Entao?
Entao o Espeirito cria à  margem da abstencao teorica, uma decisao pragmatica...Viver é lutar. E se todas as verdades se equivalem se todas elas as mais contrarias sao legí­timas procuro, é humano! Impor a minha, tornar vitoriosa minha, fazer senhora de todas as outras a minha, porque é minha e isso lhe basta".
Esse egoi­smo na accao- em que se ouve ressoar de novo a voz de Nietzche- Alfredo Pimenta nao tardou em corrigi-lo. Ja no texto que temos citado nao deixava de escrever " Foi a verdade portuguesa a unica que vi, a unica que servi". E tambem em 1935 nos "Novos Estudos Filosoficos e Cri­ticos" expunha significativamente "A vida nao é cepticismo: é Accao. E a accao implica o esti­mulo da Fe. É portanto, indispensavel que haja uma verdade artificial convencional. Como uma verdade é exclusiva nao posso criar a minha verdade levado por um solipsismo impertinente. A verdade do meu grupo domestico ou do meu grupo profissional ainda nao é bastante consistente. Preciso de uma verdade mais forte- a qual sera entao a verdade nacional".
Mas chegados aqui um problema se poe. Se as verdades sao do interesse nacional, como estabelecer em que consiste este e de que modo dizer, consoante fazia Pimenta que o interesse nacional e se corporizava na monarquia?
As verdades dependem da nacao? Parece á  primeira vista que acerca da nacao nao ha verdade porque ela é que é o criterio (pragmatico) de toda a verdade. Alfredo Pimenta neste aspecto admite- sempre no ambito da sua distincao entre o teorotico e o pratico- uma outra especie de verdades, as verdades que expressam, directamente e intuitivamente, a propria pratica, as verdades "naturais", as que resultam de uma experiencia secular nao cienti­fica que é imediatamente a propria praxis. Assim por exemplo, ele ensina "Quando todos mandam é a anarquia, o caos: quando alguns mandam é a desordem; quando poucos mandam é a inercia; quando um so manda é a vida. Isto nao admite discussao- para um monarquico. E o nao monarquico invoca outras razoes para a sua posicao, mas nao invalida estas verdades naturais", e noutra altura alude a "algo que é a projeccao da esperiencia humana multi-secular. Esse algo é indiscuti­vel... o preceito que nao ha sociedade sem governo".
Claro que estamos sempre no terreno do que nao é teoricamente, cientificamente, filosoficamente verdadeiro, mas apenas pratica e pragmaticamente de seguir sem hesitacoes e duvidas. É certo que Alfredo Pimenta por vezes alude a teoria monarquica, mas é num sentido especial, reduzido ao de simples exposicao clara e com a sua logica.

Futuro Presente 2000/2001 A.J. de Brito

Amanhã é o último post dedicado a este tema

Ps- Desculpe caro leitor, por o texto nao ter acentos nem c cedilha.

11.24.2003

Alfredo Pimenta (3) 

E o anarquismo de Alfredo Pimenta, qual é o seu cariz? Segundo o testemunho dele próprio, no período da adolescência, anterior à matrícula na Universidade, entusiasmava-se por um Jean Grave, um Kropotkine, um Malaton e outros. Entusiasmo que um pouco paradoxal e postumamente manifestava nos poema "EU" "Para Minha Filha". Mas já homem, os seus grandes mestres foram Stirner e Nietzche. Sobre o primeiro propôs-se até fazer desenvolvida obra, como o testemunha a correspondência com Carolina Michaelis de Vasconcelos.
Quanto ao segundo, meniconado no volume "Factos Sociais" foi alvo de ampla leitura (em versão francesa) como o provam os numerosos volumes do filósofo que constavam da sua biblioteca. Chegados aqui é possível que nos asseverem com redobrada indignação: "Homem, voçê só está a reforçar a tese de cataclismo ideológico". De que modo se passa sem enorme alteração de pontos de vista de Stirner e Nietzche a Augusto Comte?
Comte é apologista firme da Humanidade, da Sociedade entendida como um todo de que os indivíduos são um espécie de moléculas que só têm deveres. Stirner ao invés exalta o Único e Nietzche o Ubermensch classificando o Estado de "o mais frio dos monstros".
Repare-se porém que nem o Único de Stirner nem o Ubermensch de Nietzsche são o homem singular, são as pessoas humanas, ao invés representavam antes qualquer coisa que as ultrapassa, uma realidade que as submete a si, tal como a humanidade em Comte suplanta e integra em si os indivíduos. Aquela é precisamente denominada o grand etre, o máximo de ser.
Alfredo Pimenta, que procurava, em Stirner e Nietzche, o ente inultrapassável e irredutível, veio a apeceber-se que aquilo a que aspirava verdadeiramente tinha a sua concretização na ideia comtiana de Humanidade. Nela deparou o que incessantemente buscava, formulado de maneira mais clara e precisa, sem o que de nebuloso havia em Stirner ou de poeticamente obscuro em Nietzche. Nada tem de espantoso que se volvesse para o positivismo comteano que no aspecto gnoseológico, com o seu entusiasmo pela ciência experimental limitada à constatação das leis dos fenómenos, patenteava afinidades com o repúdio, eu diria quasi o horror, dos dois pensadores alemães por um mais além, um mundo supra-terreno, metafísico, dessa metafísica que o autor do Appel aux Conservateurs julgava totalemente de pôr de lado. Com adesão à monarquia Alfredo Pimenta iniciou uma longa caminhada. Primeiro com hesitações, depois assumindo de maneira cada vez mais perfeita e coerente a sua doutrina.
Lembremos por exemplo, quem em 1919 no seu trabalho "A Integral Má Fé do Srº Francisco da Cunha Vieira" /pseudónimo de António sardinha), Alfredo Pimenta ainda considerava rei, um rei liberal. Ponto de vista que mais tarde abandonou inegavelmente.

Futuro Presente 200/2001 A.J. Brito

Continua num próximo post....

11.23.2003

Alfredo Pimenta (2) 

Mas acontece que tendo já deixado de colaborar no República depois da conferência sobre "o Significado Filosófico da Guerra Europeia" e escrevendo no "Ideia Nacional" de Homem Cristo Filho, de orientação monárquica, Alfredo Pimenta insistia em dizer-se republicano. Eis o que só prova a sua sinceridade e desinteresse e as dificuldades interiores que sentiu em deixar para trás o seu republicanismo, mesmo após ter abandonado um grande partido - o Evolucionista- do sistema dominante.
Pode observar-se no entanto que o tópico até agora tratado não possui grande interesse.
Um republicano conservador, ou seja, um reaccionário, é sempre um monárquico em potência. A evolução de Alfredo Pimenta nesse ponto é mais compreensível e não merece abundantes considerações. Não esqueçamos porém que ele foi anarquista antes de republicano conservador e já se vêm dir-se-á, como do anarquismo se chega ao republicanismo conservador sem um verdadeiro cataclismo ideológico.
Acresce além disso que Alfredo Pimenta afirmou " o que estava dentro do meu anarquismo encontra-se dentro do meu republicanismo". Á primeira vista parece que estamos perante uma tentiva rebuscada e pouco séria de disfarçar uma tremenda revolução intelectual. As aparências são, todavia muitas vezes enganosas. Tentemos rapidamente explicar e justificar a asserção do futuro autor da "Idade Média". O republicanismo de Alfredo Pimenta era, basicamente, influenciado por Augusto Comte, o Comte integral de que a religião da humanidade e a síntese subjectiva são momentos dominantes que tinham primazia sobre o aspecto objectivo e científico.
Comte, por exemplo, chegava a proscrever o estudo da astronomia estelar porque não tinha interesse humano. Ora Alfredo Pimenta, no livro "Factos Sociais", declarou aceitar tanto o aspecto subjectivo como o aspecto do positivismo comteano. E nos escritos subsequentes contidos nos "Estudos Sociológicos" firma-se cada vez mais naquele primeiro.

Futuro Presente 200/2001 António José de Brito

Continua num próximo post...

11.22.2003

Alfredo Pimenta (1) 

Do Anarquismo à Monarquia Autêntica

António José de Brito

Alfredo Pimenta principiou por ser um anarquista, depois foi republicano cada vez mais conservador e finalmente concluiu pela realeza genuina do poder pessoal sem vestígios democráticos. Passar de um republicanismo cada vez mais conservador para a monarquia não admira do ponto de vista das ideias.
Quem escrevia por volta de 1912 que "as três qualidades fundamentais para que os governos posam bem desempenhar a sua missão são... estabilidade, homogeneidade e continuidade" muito naturalmente depois de vencer preconceitos sentimentais e artificios subtis, acabaria por alinhar nas hostes monárquicas. Com efeito, não poderia deixar de vir a reconhecer que a homogeneidade se encontrava na autoridade de um só e na transmissão hereditária dessa autoridade. Foi isso que aconteceu com Alfredo Pimenta que após o fracasso da tentativa bem restritamente ditatorial de Pimenta de Castro veio em 1915 ingressar nas fileiras realistas publicando o opúsculo "A Solução Monárquica" (e não, como se disse algures a "A Carta a um Monárquico").
Nessa altura, triunfavam os mais puros e violentos republicanos, que, a 14 de Maio, tinham derrubado pela força o tímido Pimenta de Castro e perseguiam fortemente os adversários, em especial os adeptos do antigo regime.
A opção aliás perfeitamente compreensível de Alfredo Pimenta deu origem a acusações azedíssimas, ainda que sem fundamento.
Raul Proença bradou por exemplo "nos seus (de Alfredo Pimenta) últimos artigos do República eu via já que era um monárquico quem falava... não o torturava a ideia de estar fazendo propaganda monárquica à custa do bolo republicano".
Que no República de António José de Almeida, director e redactores deixassem passar tranquilamente artigos de propaganda monárquica é maravilha de espantar.

Continua num próximo post....

Futuro Presente, Inverno 2000/2001

11.14.2003

Iminvasão 

Esta expressão foi utilizada pela primeira vez num site que existia, o Tempo Nacional. Reflecte o que de facto se passa em Portugal, não vivemos num período de imigração mas sim de invasão. Estamos a ser invadidos pelos imigrantes.

Querem saber quantos entram ilegalmente em Portugal?
6000 mêsNão acredita, clique aqui.

6 mil imigrantes ilegais mês
72 mil imigrantes ilegais ano
é pouco?

E existem imigrantes que não têm sido controlados pelo SEF. A comunidade chinesa tem-se movimentado sem controle. A proliferação de restaurantes e lojas chinesas tem sido avassaladora. O comércio tradicional tem sido substituído por lojas chinesas. Eles estão a tomar conta das nossas ruas.

Vamos ficar impavidos e serenos perante esta invasão?

Aliança Nacional 

Vejo que os camaradas da Aliança Nacional estão muito entretidos com o Dinossauro do Cunhal. A única observação que faço é:
valerá a pena perder tanto tempo?
Acho que não. Mas como diz A.C.R., os blogs são como as cerejas, eu compreendo, de facto compreendo. Mas será Cunhal uma figura assim tão importante no pós 25 de Abril que valha a pena perder tão precioso tempo?

O Congresso Nacionalista, organizado pela Aliança Nacional, leva-me a escrever estas linhas. Adianto, desde já, que não puderei estar presente. As razões não interessam.

No post Para um NACIONALISMO DE FUTURO - II Congresso Nacionalista Português, os camaradas da AN começam com uma série de questões, às quais respondo.

1- Que nacionalismo sairá do Congresso?
R: Espero que não seja um nacionalismo virado para África, bem ao estilo de alguns presentes. Além do mais espero que não se tornem celebres certos dizeres como o problema não é a raça. Basta irmos aos arquivos da AN, e vermos um discurso do Profº António de Brito (que em termos afirmou ser o único fascista em Portugal) para vermos que não estou a mentir. Aliás ele até ataca uns rapazitos racistas (como ele diz).
Eu levanto a questão: Que conceito é este de nacionalismo? A étnia, e a sua defesa é essencial na questão nacionalista.

2-Um nacionalismo restauracionista?
R- Diria mais passadista, sem prespectivas de futuro, excepto a de um interveniente (ele quando ler isto perceberá).

3-Ou um nacionalismo efectivamente novo, credível aos olhos de qualquer Português que ame a sua Nação, tão profundamente como qualquer patriota de sempre?
R-No caso de um nacionalismo virado para África é impossível termos um novo nacionalismo. É impossível ter-se um novo nacionalismo quando certas pessoas morreram espiritualmente no 25 de Abril de 1974. Se essas pessoas tivessem acompanhado o Presente e pensado no Futuro talvez o nacionalismo em Portugal estivesse melhor. Reformulando, um nacionalismo virado para África nem deve ser considerado nacionalismo.

4-O sentimento de pertença a uma Nação e de empenho na sua defesa e crescimento é o único que hoje tem de exigir-se a um nacionalista, em Portugal.
R- O vosso sentido de crescimento é preocupante, já que querem voltar aos caminhos africanos. Se sair do Congresso um perspectiva Europeia, assim sim, teremos um nacionalismo de futuro.

5-É isso compatível com a UE?
R- Qualquer pessoa que esteja sã mentalmente, percebe que exigir a saída de Portugal da UE é matar o país. O que se pode alterar, é o conceito da União Europeia. Tem de deixar de ser uma União do Capital para ser uma União Das Pátrias.

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